TERCEIRA PARTE. Eu acredito. Conclusões provisórias:

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Introdução:

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Nesta parte são consignadas algumas observações. parcial, naturalmente. sobre aquele futuro digital que foi objeto de análise ao longo deste trabalho. Foi ajudado basicamente à aproximação de realçar e meditar nesses pontos que são considerados de atenção mais urgente, modesto de edifício nesta ocasião um corpo de [contextual] içado que, é deste modo, temporariamente como um [birdcall] e como uma intenção para cima a que deve ser somada.

Desta Sociedade Digital que corpo será elaborado no próximo futuro, sem dúvida. Valha, enquanto isso consignar essas preocupações que são parecidas como mais urgente: a compreensão desta Sociedade da Informação, a presença de uma verdadeira Revolução, a necessidade, em frente àquela Revolução e os efeitos deles/delas, do salvamento de um pensamento integrante no homem de relação / sociedade e tecnologia, e, finalmente, os três problemas urgentes grandes que nós visualizamos: a brecha digital, o efeito da tecnologia no poder e a" inflação da informação".

Nós fechamos, provisionalmente com estes tópicos, como tudo neste mundo digital.

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EU. Sociedade da Informação:

A Rede, historicamente considerou, ainda pode ser visto como embrionário. Isto significa aquele muito desenvolvimento verá no futuro imediato. Até mesmo deste modo, em cinco anos, e com os modelos precários de medição que é possessa, de uma perspectiva econômica, seu" produto" fica situado no lugar [n°] 18 (2000) no mundo se compara isto a ele com o produto das economias nacionais, superando, na região, para por exemplo, Argentina e Brasil. Tendo as evidências disponíveis, o real futuro da Rede continua o ser um incógnito e, dentro do [mantel] de comentários e análise (abundante, sem dúvida) um componente importante de interesse se aparece em suas aplicações comerciais e, uma superficialidade extrema. na coisa geral. tem que bastante seus impactos do ponto de vista das ciências sociais vive. Às vezes, informações examinadoras e construções teóricas, a sensação é desenvolvida que a Rede evolui de acordo com uma sorte de físicas neutras, e possivelmente, implacável. A Rede, como isto esteve fora pontudo no curso deste trabalho que é, em si mesmo, uma soma de areia, plástico, metal e de inteligência humana concentrada, passivo de um ponto de vista objetivo. É, naquele instrumento de múltiplo que uma biosfera é elaborada que move e evolui de acordo com o testamento e para a ação de seus atores. Isso não significa que é uma biosfera democrática, mas, que é uma pergunta que você discutirá mais tarde. A tecnologia só é, tecnologia. A dinâmica é imposta a partir do espírito humano. A tecnologia, neste caso específico, que [he/she] podem dar às massas enormes individuais de informações e métodos sofisticados de produzir isto, mas o que não pode dar por conhecimento é sido e isto depende do contexto social, o um que, obviamente é influenciado pela tecnologia. Neste contexto e envelope que infra-estrutura é aquele das mudanças mais importantes na história humana está construindo: a construção da Sociedade da Informação.

Neste senso, a tecnologia é um processo social que, ao satisfazer realidade ou necessidades imaginárias, muda essas necessidades, da mesma forma que é mudado por eles. Deste modo, a tecnologia não é uma variável de [exogenous] ao que deveria adaptar a sociedade e os indivíduos. Aqui, inclusivo, há uma mudança significativa para assimilar: as máquinas, até agora, [robotizan], na ajuda de testamento futura imediata no processo de aprendizagem, que aperfeiçoa o conhecimento adquirido.

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Chegado a este ponto, é necessário levar a cabo uma precisão. Em geral, a pessoa pode observar que eles são indistintamente usados as denominações de" Sociedade da Informação" e de" Sociedade do Conhecimento" onde, embora é bastante difícil de dissociar conhecimento de informação, o significado e o resultado final que eles se aparecem bem diferenciados. Aplicado a uma sociedade, a diferença fica mais clara, em particular se a pessoa pensa em categorias de uma sociedade intensiva em informação e fraco em conhecimento, e de uma sociedade intensiva em ambos os campos. Uma segunda observação está relacionada com o conceito evolutivo que esboçaria como uma fase prévia à Sociedade do Conhecimento o tráfico para uma Sociedade da Informação. A pergunta deveria ser agora,: onde nós somos exatamente?, para então poder estender um panorama de conseqüências. É de interesse mostrar, em particular para os fetiches administrados novos, e mencionou que a revolução ainda não aconteceu. completamente - para Sociedade do Conhecimento e, em parte, se [he/she] fez isto com a Sociedade da Informação. O conhecimento sempre foi importante em todas as sociedades. A diferença neste caso é o progressivo, embora entrada cheia, para" uma forma específica nova de organização social em que a geração, o processo e a transmissão de informação, elas se tornam as fontes principais de produtividade e de ser capaz para.

Neste senso, afirmo eu que é necessário entender que nós ainda estamos na fase de automatismo da Revolução e que falta bastante trabalho humano, certamente, realmente desenvolver os aspectos positivos das tecnologias no senso dos consumir, um resultado convergente para um aumento das capacidades humanas, com responsabilidade, e um contexto de utilidades efetivas. O produto para adquirir é muito transcendente para para escoar o resultado final em uma loja gigantesca ou um espaço aumentado de investimento de tempo preguiçoso.

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[II]. A Revolução:

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Conforme o que nós vimos, o caráter revolucionário do tempo que [he/she] nos jogou viver é inquestionável. [Indiscutibilidad] que, não surge do dogma, para trabalho e graça de um" pensamento sem igual", mas do grupo de evidências e efeitos disponíveis, para o que contribui, também, o montão de pensamento na coincidência de pensadores e analistas da extração mais variada e origem.

Admitido então, estar antes de uma Revolução nova, a pergunta de seus efeitos se torna lógica e o debate sobre eles sem mais esforço, [he/she] adquire legitimação cheia. Toda a revolução, por definição, causa efeitos. Já estão sendo analisados os efeitos desta revolução, apesar do recente aparecimento da face deles/delas e a mais velha gestação que, em condições humanas pode ser considerado extremamente breve.

O desenvolvimento da análise desses efeitos levou um ritmo e um desenvolvimento certamente desigual e, em alguns casos, nenhum [he/she] de análise enlatam [llamársele], quando as conclusões quebram os moldes científicos para passar a exército, com determinação, no campo da ideologia. Muito de ideologia viu na análise do pensamento na segunda parte deste trabalho. Sem dúvida, não é ruim sempre que a ideologia não deriva em religião, e condicionar isso é construído com determinação em uma explicação de contexto, a coisa suficientemente larga sobre oferta uma plataforma de ação em frente à magnitude da mudança. E aquele é permitido somar isso também não é, uma ideologia de exclusão.

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Eu reivindico, também, no senso nisso é necessário evitar o [banalización] de eventos cuidadosamente tão transcendente como esses que nós estamos cruzando. Na realidade, eu acredito que muitas pessoas supõem que a Sociedade da Informação é o telefone celular ou a conexão a Internet de sua casa ou seu trabalho. Os objetivos políticos e os aspectos instrumentais parecem algo que estar ausente desta visão diária. Tão grande eles são os efeitos que, se a pessoa se lembra daquele ano lhes enviam no mundo uma quantidade de aproximadamente 600.000 milhões de mensagens de correio eletrônico, com uma expectativa de crescimento de dez vezes no próximo três ou quatro anos, o que voltará aos meios provavelmente intratáveis se não é desenvolvido um sistema de filtrado ou contenção da quantidade de lixo circulante.

Agora, esta Revolução é [informacional], e eles são três as características que definem isto: as organizações dependem progressivamente do uso da informação e das tecnologias ser inserido no mundo da competição e eles começam a se tornar organizações intensivas em informação. Os indivíduos decaem para um [informacionalización], enquanto começando a usar as tecnologias da informação, em muitos atos da vida diária deles/delas. Deste modo, para não ser excluído da vida de trabalho eles deveriam melhorar as habilidades deles/delas na manipulação das tecnologias da informação, ao mesmo tempo de afinação a tentativa crítica deles/delas para não ser manipulado na onda crescente de informação. A emergência do setor da informação dentro dos serviços, encabeçando para se tornar um do [hipersectores] da estrutura econômica nova.

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[III]. Tripule, sociedade, tecnologia,:

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[i]. Tripule, besta, técnica,:

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O efeito de uma Revolução da natureza para isso ao que nós estamos assistindo requer, em princípio, a elaboração de uma postura de reflexão.

Eu coincido com [Sartori], na necessidade de se aproximar à natureza humana por estas vezes de mudança e apoiar em, entender, na" ciência nova" de [Giambattista] [Vico] que será um ponto de partida conceitual. É necessário se lembrar que o trabalho deste autor - [contemporarily] um pequeno esquecido - influenciou no pensamento de Goethe, [Michelet], Augusto [Comte] e Marx. Embora haverá que pode contestar o uso da fundação, para velho ou possivelmente para confessionário, nestes vezes de silicone e acera, eu me permito reivindicar, igualmente, a fundação deles/delas. O direito que você assistiu ao [cultores] do puro mercado assistiu a nós, também, modestamente, para o recente [replevisors] do humanismo.

[Vico] desenvolve a visão do homem e do universo que, do método dedutivo Cartesiano acaba esboçando uma pergunta essencial: o senso da vida e da história. Descreve às sociedades humanas que cruzam fases de crescimento e de decadência. A primeira fase é a condição" bestial", emergente da" idade dos deuses" onde o homem é governado pelo medo para a coisa sobrenatural. Uma segunda fase é constituída dentro o" a "idade dos heróis que é a conseqüência das alianças formada por líderes familiares ser protegido das discussões internas e dos ataques externos. Nesta fase, a sociedade é dividida [rigidly] entre os patriarcas e plebeus. O" a "idade dos homens - terceira fase - é o resultado do conflito de classes onde os plebeus começam a recuperação deles/delas de igualdade de direitos, mas nesta fase eles começam a ser problemas de corrupção, colapso e uma possível regressão ao barbarismo original. [Vico] indica que a Providência regula o curso da história e que preveniu que a humanidade não é acabado entre cataclismos.

A origem das diferenças das classes sociais que [you/they] retêm a rigidez das raças primitivas, pode ser atribuído a formas imperfeitas de religião, não para o progresso tecnológico. A antropologia inteira de [Vico] está baseado na declaração da primazia absoluta da religião, no que entende um ao outro isto está uma influência importante de Giovanni eu Corto della que Olha para isto.

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[He/she] observa a existência de três princípios dominantes no nascimento e na regeneração das nações": a cidade inteira tem uma religião, os matrimônios oficiais acontecem dentro dela." Modéstia e piedade são os sentimentos morais básicos, os pilares nesses que a família é construída. Quando eles caíres, a descida dos homens para o estado bestial acelera. Mostra que aquela degeneração foi capturada dentro para o cume das religiões idólatras e que a regeneração veio para a única verdadeira religião: o Cristianismo que se acalmou em monastérios e refúgios pelo mundo e que assegurou a pureza dos sentimentos e as moralidades.

A segunda noção de [Vico] é que o homem tem uma natureza misturada: está próximo o anjo e da besta. A segunda fase do barbarismo que fecha a idade dos homens, acontece por causa de um excesso de reflexão ou para a predominância da tecnologia. Esta fase anuncia a iminência da chegada de uma fase nova na história. A perversidade fundamental da segunda fase do barbarismo é feita, na realidade, mais perigoso que o primeiro. Pessoas aglomeram em cidades, sem valores onde o dinheiro é o único valor.

[Vico] passou sua vida intelectual tentando resolver o enigma como tinha deixado o homem do barbarismo exatamente e que fases tinha passado para chegar onde tinha chegado. Predisse um segundo barbarismo, muito pior que o estado original daquele barbarismo. Na origem, havia uma certa generosidade pelo menos. O segundo barbarismo é implantado dentro o mesmo pensou isso faz isto mais perverso e mais cruel. Este segundo barbarismo mata os homens e tudo é levado ao mesmo tempo aquele [he/she] promete e [he/she] fala de liberdade. Aquele barbarismo novo é a filha do materialismo desamarrado e do avanço da ciência divorciada da consciência.

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O exercício de reflexão é válido em nosso contexto atual e, em particular pela luz dos aspectos que você realçará no um [IV] numeral desta seção. Também, é particularmente importante para considerar isto depois da leitura do pensamento de alguns autores na segunda parte deste trabalho. Deste modo, alguns desses" futuros" noivaram eles diferem pouca da predição terminal de [Vico] totalmente.

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[ii]. O salvamento do pensamento. A defesa do pensamento integrou em frente ao barbarismo especializado (uma conversação com [Ortega]):

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O pensamento de alguns homens tem um valor singular. Especialmente quando, valioso durante a hora vital deles/delas, são aumentados eles e eles ocupam transcendência pelo tempo, com pensou isso é projetado entre certezas em outras horas, situado mas lá da vida. José [Ortega] e [Gasset] escreveram em 1932 alguns parágrafos magníficos na sociedade, o indivíduo, o intelecto e o espírito. Esses parágrafos são tão significantes e efetivos hoje isso é impossível ser subtraído a uma conversação neste exemplo e neste contexto.

"Eu não censuro que nós informamos olhando para o vizinho exemplar para nós mesmos; pelo contrário, é necessário fazer isto; mas sem isto pode isentar isto nós de resolver então originalmente nos nosso próprio destino. Com isto não digo eu que é necessário ser" puras" e outras trivialidades. Realmente, embora é tudo - homens ou países - idêntico, seria fatal a imitação. Porque ao imitar que nós evitamos aquele esforço criativo de briga com o problema que pode nos fazer entenda o verdadeiro senso e os limites ou defeitos da solução que nós imitamos. Qualquer coisa, porque, principalmente, na Espanha eu descasco do prado de" [purism]" que é. Não se preocupa nós chegar às mesmas conclusões e formas que outros países; a coisa importante é que nós chegamos a ela para nosso pé, depois que pessoal que combate com a pergunta mesmo [sustantiva]." Neste ponto, se referiu [Ortega], com o vigor que era ele próprio, para a necessidade da reforma universitária em sua Espanha. Com ele, eu reafirmo o [birdcall] formulado na primeira parte, no senso de pensar a esta Revolução e os efeitos deles/delas para nós mesmos. Global como é, impossível se mostra escapando. Nossas sociedades têm que sentir os impactos e não é nenhuma pergunta de" que eles inventam." Eu reafirmo então, a necessidade para chegar a nossas conclusões. Ao mesmo tempo, escapando à tentação dele" poste." Procurando a coisa significativa que é a mesma coisa que procurar o futuro. Como bem Vicente [Verdú] disse": ao fim, o [posmodernidad] é isto, o desaparecimento das histórias grandes com um solene um final e a explosão de uma metralha de histórias pequenas sem fim, como os capítulos de um telefilme reversível. Hoje, tudo é procura, continuação ou [excrescencia] do [preexistente]."

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O parágrafo seguinte do diálogo com [Ortega] quer ter dois significados. No primeiro lugar, o alerta, velho e novo, sempre efetivo, sobre o barbarismo especializado. Aquele barbarismo no um que, nos aspectos extremos deles/delas, tecnologia esvaziada de éticas, o Paul notou [Virilio]. Tipo de um certamente barbarismo muito perigoso quando é um contexto de mudança mundial. Em segundo lugar, a advertência é válida quando for aplicado os manipuladores da mudança que expressa isto com abstração de seus conteúdos sociais e desses que é necessário especialmente ficar. Talvez, [permítaseme] a ironia, a Revolução é muito importante para para ser deixado isto aos revolucionários. "O caráter catastrófico da situação presente européia é devido a que meio inglês, meio francês, meio alemão, eles são incultos, eles não possuem o sistema vital de idéias no mundo e o homem que corresponde a seu tempo. Este meio caráter é o bárbaro novo, retardado com respeito ao tempo dele, arcaico e primitivo comparado com o tempo presente terrível e data dos problemas dele. Este um [he/she] terrível novo é principalmente o profissional, mais sábio que nunca, mas mais inculto também - o engenheiro, o doutor, o advogado, o cientista -. Daquele essencial e anacronismo trágico eles têm a culpa, principalmente, daquele barbarismo inesperado, as Universidades pretensiosas do século de XIX, esses de todos os países, e se que, no frenesi de uma revolução, o arrasa, eles faltariam a última razão para reclamar. Se a pessoa meditar bem a pergunta, [he/she] termina para reconhecer que a culpa deles/delas não é compensada com o desenvolvimento, verdadeiramente prodigioso, brilhante que eles deram à ciência. Nos deixe não ser os rústicos da ciência. A ciência é a maravilha humana maior; mas sobre ela este a mesma vida humana que torna isto possível. Daqui que um crime contra as condições elementares disto não pode ser compensado por isso. No livro de um pensador chinês que viveu durante o Século [IV] antes de Cristo, [Chuang] [Tse], é feito caráter simbólicos falar, e faz um deles, a quem chama o Deus do Mar do Norte, diga": Como eu poderei falar do mar com a rã se não deixou a lagoa?, Como eu estarei falar do gelo com o pássaro de verão se é retido na estação deles/delas?, Como eu estarei falar com a salva sobre a Vida se [he/she] o prisioneiro da doutrina" deles/delas é?.

Finalmente, e completar a mensagem que é buscada transmitir, [he/she] está justificado a necessidade. tantos fraudes aqui reivindicaram!

de contexto com a fundação filosófica deles/delas. Como bem [Julián] [Marías] disse, [Ortega] foi comentado assim e assim não muito leitura que a longitude do compromisso é explicada por si só. "Porque nós não caminhamos no ponto tão sério com eufemismos. Não é, eu repito, de desejos vagos de uma cultura vaga. As físicas e o modo mental deles/delas é um das rodas íntimas grandes da alma humana contemporânea. Nela eles terminam quatro séculos de treinar [intelectivo] e a doutrina deles/delas está misturada com os outros essenciais de coisas do homem efetivo - com sua idéia de Deus e da sociedade, do assunto e do que não é nenhuma questão. A pessoa pode para ignorar isto, sem esta ignorância não insinua nem infâmia eu mancho nem mesmo defeito que é: quando um pastor humilde é estado nos portos monteses ou um [labrantín] atribuídos à terra ou um trabalhador manual escravizou pela máquina. Mas o cavalheiro que diz para ser médico ou magistrado ou general ou filólogo ou bispo - é que não está usando idéia algum preciso como a mente [enfronta] filosófico o presente para dizer que isso pertence ao [directress] de classe da sociedade - se ignora o que hoje é o cosmo físico para o [he/she] de homem europeu é um bárbaro perfeito, não importa que quanto [he/she] sabe sobre suas leis, ou de seu [menjunjes], ou de seus pais sagrados. E a mesma coisa diria de quem não possua uma imagem bastante em ordem das mudanças históricas grandes que [you/they] trouxeram à humanidade até a encruzilhada de hoje (todo hoje é uma encruzilhada). E o mesmo do ensaio perpétuo deles/delas de ser formado um avião do Universo ou da interpretação que a biologia geral dá aos fatos fundamentais da vida orgânica. A evidência não é perturbada agora deste aumento a pergunta de como [he/she] enlatam um advogado que não tem preparação superior em matemática entender a idéia atual das físicas. Isso já verá então isto. Agora é necessário abrir com decência de mente para a claridade que aquela observação irradia. Que não possui a idéia física (não a mesma ciência física, mas a idéia vital do mundo que ela criou), a idéia histórica e biológica que plano filosófico, não é um homem instruído. Como não é compensado através de presentes espontâneos excepcionais que é [sobremanera] improvável que um homem deste modo verdadeiramente pode ser doutor bom ou juiz bom ou um técnico bom. Mas é sem dúvida todos os outros desempenhos da vida deles/delas ou como muito como nas mesmas profissões transcende da ocupação rígida, eles serão deploráveis. As idéias deles/delas e atos políticos serão inaptos; os amores deles/delas, enquanto começando com o tipo de mulher que preferirá, será intempestivo e ridículo; levará à vida familiar deles/delas um [inactual] ambiente, maníaco e miserável, isso envenenará as crianças deles/delas sempre, e no ajuntamento do café emanará pensamentos monstruosos e um [chabacanería] torrencial. Foi precise esperar até os começos do Século de XX de forma que a pessoa testemunha um espetáculo incrível: o da brutalidade de [peculiarísima] e a estupidez agressiva com que um homem se comporta quando ele sabe muito de uma coisa e ignora de raiz todo o outro. O profissionalismo e o [especialismo], ao não ser compensado corretamente, eles arrombaram pedaços ao homem europeu que está ausente de todos os pontos para a mesma coisa onde busca e [he/she] precisa ser. A engenharia que é só um pedaço e a dimensão do homem europeu está no engenheiro; mas isto que é um [integrum], não está no fragmento" deles/delas o engenheiro." A grande tarefa imediata tem algo de quebra-cabeça, seja dito sem insinuação opressiva. É necessário reconstruir com os pedaços espalhados - [membra] de [disiecta] - a unidade vital do homem europeu. É necessário alcançar que cada individual ou - evitando [utopismos] - muitos indivíduos acabam sendo, cada um para sim, eu informo aquele homem."

Ainda quando esses que nós estamos aqui não tenha circunstâncias nesses que podem escolher, é necessário escolher nossa própria visão do futuro. Deixar as ambigüidades e, levar tecnologia sem isto é um [determinista] de processo para ter, também que levar ideologia e concepções que vêm, automaticamente, alinhado.

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[IV]. Um mundo dividido: um modelo com muitos incógnito.

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Eles são formulados as exibições aqui nas três chaves de perguntas nas circunstâncias atuais de desenvolvimento deste tráfico na brevidade necessária de uma síntese como o a pessoa anunciada na introdução desta terceira parte, para a Sociedade da Informação. Dentro do inventário, a pessoa escreve abaixo a brecha digital; os efeitos da Revolução sobre o poder, relacionou diretamente com a validez da Nação Estatal e, finalmente, o a pessoa denominou" inflação da informação" que, além dos efeitos óbvios deles/delas, desenvolve um [trasfondo] de mudanças no indivíduo que é necessário ajudar com urgência.

[i]. Brecha digital: o perigo das classes virtuais:

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O desenvolvimento de Internet fundamentalmente está levando a cabo no" molde físico" das telefônicas redes. Em primeiro exemplo que marca uma primeira grande diferença entre territórios e países. [He/she] explica a lógica da declaração que a Rede é, basicamente, um fenômeno de" países desenvolvidos." Aquele fato, somou isso das desigualdades existentes no mundo físico, fica particularmente crítico nos começos da Sociedade do Conhecimento. Umas séries de ilustrações darão conta completada da situação: menos que 25% dos usuários de Internet elas estão fora dos Estados Unidos e Europa; na América Latina 3% do total mundial desses usuários ficam situados. [Complementarily], o último relatório do [NNUU] para os espetáculos de Desenvolvimento que a população 20 mundial mais rico% possui 93,3% dos acessos para Internet, enquanto para 20% sócio mais deprimido economicamente corresponde 0,2% dos acessos.

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O fenômeno não pode ser simplificado a um esboço" que eu centro. periferia" tecnológico. Na realidade, aquela brecha digital foi notada nos próprios centros tecnológicos, como muito para suas autoridades como para alguns observadores que interpretam isto em ocasiões, com dureza incomum. "Nos Estados Unidos, é precisado de uma redistribuição importante da riqueza urgentemente em benefício, termo longo, da maioria da população. Porém, isto vai contra os interesses a curto prazo dos objetivos rico, incluiu muitos sócios da" classe virtual." Em vez de compartilhar a riqueza com o preto deles/delas e vizinhos pobres hispânicos, o [yuppies] leva refúgio nos subúrbios opulentos deles/delas, protegidos por guardas armados e satisfeitos com os serviços privados deles/delas de bem-estar. Esses só deserdados participam pela era da informação que não provê [syndicated] de força de trabalho barato para os produtores de companhias de fatias do Vale do Silicone. A construção do [ciberespacio] poderia ficar em parte integrante até mesmo da fragmentação do Norte sociedade americana em classes sociais antagônicas e poderia determinar por sua propriedade racial. Excluído pelas telefônicas companhias famintas de benefícios, são ameaçados os habitantes dos bairros pobres das cidades das cidades, devido ao baixo poder aquisitivo deles/delas, com a exclusão deles/delas dos serviços on-lines novos. Pelo contrário, os sócios da" classe virtual" e outros profissionais podem jogar ser [ciberpunks] dentro da realidade de [hiper] sem ter que se encontrar com o [depauperados] vizinho deles/delas. Ao lado desses sempre cultivando divisões sociais, outro apartheid está criando entre esse" rico de informação" e esse" pobre de informação." Neste" "[jeffersoniana] de democracia de gorjeta de tecnologia, a relação entre mestres e são perpetuados os escravos debaixo de uma forma nova."

"Isto já dividindo linha existe, enquanto criando a duas classes novas que eu definiria como ricos e pobre em relação a tenha ou não ter a Internet. Isto não significa que o primeiro [ones]. ou coletivo ou individualmente. eles aram melhor ou instruído vive (ou vidas modernas), saiba vidas, ou tenha informação de vidas ou conhecimento (isso ara duas coisas diferentes), enquanto o segundo ara [signados] para o" marca do pária." Nada. A fronteira entre" riqueza ou pobreza eletrônica" é manifestado no mero fato de consentir e trabalhar com Internet que modifica a perspectiva da Sociedade da Informação substancialmente e isto se aparece forjado por uma dinâmica sistêmica que é [inaprensible] disto era, da falta de acesso para Internet. Entrar para as ofertas Líquidas uma visão opulenta em sombras e conteúdos praticamente impossível de prender em palavras transmitir isto ou transferir isto para o" outro classe."

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Socialmente, esta brecha, e o próprio conhecimento tecnológico, eles abrem um panorama de [preocupante]. Pelo menos de duas perspectivas ou brechas adicionais. O primeiro, moldado nas habilidades para o emprego. O segundo, no [generacional] de brecha que [he/she] revela extremidades que qualquer coisa tem que ver com alguns evangelhos como o [negropontino]. A Rede de geração tem, as mesmas diferenças que estão entre esses que têm acesso e esse aquela falta ele.

A mudança tecnológica demonstra que, entre seus efeitos, acredite e destrói empregos. A transformação para injeção tecnológica exibe uma destruição inicial de emprego em geral, um incremento da produtividade (isso ainda é baixa condição de demonstração) e a criação de empregos novos diferente ao prévio. Uma preocupação muito presente é que, com certeza grupo de indivíduos, em todos os países, seus empregos desaparecem e eles começam a ser apresentados problemas de ausência de acordo educacional e formação de profissional entre as habilidades possessas e esses que requerem os empregos criados novos eventuais. Como você [he/she] viu na segunda parte deste trabalho, algum teórico vêm isto como inevitável e" natural." Mas, é terrível.

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A geração dos sessenta foi o que experimentou o grande estrondo tecnológico (especialmente do cume das Indústrias ISTO) e estava navegando na onda das transformações. [He/she] teve que aprender a adaptar à tecnologia, em particular para a adoção volumosa da informática. A geração posterior para qual pode ser denominado de" jovem digital" constitui o 30% da população mundial na atualidade.

É a primeira geração na história da humanidade dentro nascer e ser cercado de componentes digitais. Em alguns países, e em estratos sociais diversos, os computadores estão na casa, nas escolas, na fábrica e na escrivaninha. Tecnologias digitais como máquinas fotográficas, [filmadoras], jogos vídeos e [cdroms] são habituais. E ainda, algumas dessas tecnologias, quase recém nascido, ficam rapidamente obsoletos e eles começam a ser substituídos. Parte dos sócios desta geração eles estão tão encharcados em pedaços que constituem a atmosfera deles/delas e elas são parte natural do estilo de vida deles/delas. Em troca, isto é a realidade de uma sociedade da aprendizagem contínua. Para eles, a oração elaborada por Alan [Kay] termina o ser mesma certeza descrever a situação atual: a tecnologia é só tecnologia para esses que nasceram antes de fosse inventado. Deste modo, para tudo esses que vem depois das 1977 e eles constituem a" "REDE de geração, a tecnologia é completamente transparente e, para uns dez crianças ano-velhas, o computador é algo que acontece naturalmente em um dia normal, [he/she] não pensa nisso está usando isto, simplesmente, usa isto. Um aspecto importante é que, pela primeira vez na história, crianças e adolescentes, em geral eles são bem educados e eles são instalados mais confortavelmente que seus pais com relação a uma inovação central na sociedade. Não é um fato ou de um fato estatístico / demográfico, mas bastante é uma força de transformação social.

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O testamento futuro digital é um híbrido de intervenção estatal, iniciativa o capitalista privado e cultura. O Estado tem sua primeira grande tarefa impedindo a emergência do apartheid social entre ricos e pobre em informação, entre alfabetizado digital e analfabeto, na democracia do acesso, na construção do conceito de abertura e impedindo o [monopólico] de domínio. O futuro, silêncio para crianças do tronco liberal, é muito importante para para deixar isto liberou exclusivamente às forças do mercado.

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[ii]. Os impactos políticos:

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As tecnologias novas e o [virtualidad] deles/delas gostam de apoio da economia digital, [globalizada] por natureza, parece pôr em questão a noção política e geográfica de soberania e de jurisdição da Nação Estatal e dos espaços regionais integrados. [Sthepen] [Kabrin] mostrou que não é possível declarar território nacional ao [ciberespacio], deste modo, o desenvolvimento do dinheiro eletrônico, do comércio eletrônico e dos mercados e comunidades eletrônicas pode devolver irrelevante o território político e, com ele, a própria soberania como isto foi conhecida nos últimos séculos. [Complementarily], Daniel que [he/she] de Sino escreveu que a Nação Estatal do Século de XX, baseado no princípio do [territorialidad], é baixo pressão forte e é debatido dentro um não paradoxo muito confortável": o Estado Nacional ficou muito pequeno para os problemas grandes da vida e muito grande para os problemas pequenos",

Isto nos, no primeiro lugar, leva, para o reconhecimento de uma assimetria entre a economia e as políticas. A economia é mais global e você não aflige nenhum [transborder]. A importação e exportação é algo que, pelo menos em o que tem que ver com os bens e conserta [digitalizables], é algo que nem não pode ser controlado pelas fronteiras físicas nem não filtre medido nas redes eletrônicas. A idéia de uma economia nacional ou de um espaço regional aberto ao exterior por fluxos de mercadorias e de serviços que passam por fronteiras uma ficção de natureza política está cada vez mais no contexto disto digitalizou mundo. As economias, como também os territórios geográficos não estão abertos" ou" fechados" no espaço digital, mas bastante eles são globalmente integrados. Este [desdibujamiento] do território para qual pias que o tempo ficou precisamente real, enquanto acontecendo de uma variável decisiva, [he/she] aceita com a declaração de Manuel [Castells] quando [he/she] escrever que o espaço de lugares deu lugar na ocasião" ao espaço dos fluxos e o tempo cronológico [intemporal]", espécies onde o futuro e o passado se torna um presente eterno, de tal um modo que o poder dos fluxos é mais importante que os fluxos do poder.

Tudo isso traz, pelo menos duas conseqüências importantes. No primeiro lugar, o [debilitamiento] progressivo do poder fiscal, um elemento fundamental para a operação do Estado, começa a ser deixado perplexo no contexto novo das transações digitais. Em segundo lugar, e entendendo do caso prévio, as próprias políticas econômicas, fruta favorita da legitimação do poder político, o que supõe, como orçamento indispensável que todas as transações têm lugar em um assento geográfico definível, ao alcance de uma soberania, situado em um espaço bidimensional.

Embora os avanços neste campo do conhecimento são incipientes como análise de cumprimentos e de desenvolvimento, a prática política e a administração administrativa correta dependerão do modo dentro que a natureza do [ciberespacio] é compreendida e do modo de se comportar dentro dele. Requer, indubitavelmente de uma tarefa de preparação traficar os enredos e os territórios políticos que, eles são pouco imagináveis em muitos casos, especialmente para os atores tradicionais deles/delas. Se é admitido que, parte da prática política contemporânea, crescentemente está esparramando ao [virtualidad], a essência do uso dos meios consiste nisso é representado como satisfatório chegar a um número importante das pessoas e que realça para seu papel importante na substituição de metodologias de contato direto com pessoas para mecanismos eletrônicos de comunicação interativa. Isto veste a mesa um tópico qualquer coisa menor, a construção de um [ciber] é democracia operativa possível nos aspectos da vida de diário do cidadão? E, como complemento, eles entendem a maioria dos políticos as conseqüências disto?. Embora [he/she] se mostra recorrer a processos estruturais políticos pela Rede, na base da quantidade de usuários de internet, cedo que apenas representou quantitativamente e [qualitatively] em um contexto democrático, é uma pergunta em qual é necessário meditar cuidadosamente.

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Uma quantidade importante de autores que foram examinados [you/they], pontos fora o perigo da concentração do poder das corporações grandes no ambiente da Rede. Imaginar a configuração atual deles/delas, mais que uma perspectiva, é uma pergunta que, as evidências mostram, está estruturando depressa. A situação, em minha opinião, não é precisamente romance nem revolucionário em si mesmo. Em todo caso, é uma característica de efeito da Revolução Tecnológica, o que não insinua para afirmar que é desejável e até mesmo menos que não deveria ser corrigido. A coisa realmente moderna é agora os meios em qual é desenvolvido e a velocidade do fenômeno. Nas estradas tradicionais, levou muito tempo e muito esforço para os Governos quebrarem o [monopólicas] de situações e [oligopólicas] em muitos setores de atividade da" real economia." Agora, os meios e as situações são diferentes. E a pessoa tem a percepção que o [estamentos] político, concebeu em coletivo ou em contextos nacionais, eles entendem pequeno e eles reagem muito lentamente em frente à velocidade dentro que as mudanças mencionadas são desenvolvidas.

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Outro que aspecto muito significante é que, com a avalanche de informação, é necessário conceder razão parcial a [Chomski] e [Ramonet]. Toda vez é mais fácil de manipular os indivíduos e, dentro destes para o sócio de segmentos econômico socialmente dominante que é esses que no campo social, eles executam o acesso regular à Rede. Medir a qualidade e a certeza da informação dentro do fluxo recebido é particularmente difícil se a pessoa se lembrar de, também, as dificuldades de verificação. Internet não pode ser outra coisa que a reflexão de seus fabricantes. Contém informação e conhecimento, mas também, falsidades e fantasias.

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[iii]. A inflação da informação:

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No mundo eles acontecem na atualidade 1,5 [exabites] de informação. Um [exabite] é igual a mil milhões de [gigabites], estes é 10 alto para 18 pedaços. Seria igual a um disco completo compacto de informação para cada habitante do planeta ou 250 [megabites] para cada homem, mulher e menino para uma compreensão mais gráfica, na superfície do mundo. A isso é necessário somar que a quantidade que acontece em papel de apoio é igual a 0,003% do total da informação acontecidos no momento no mundo. Estes dados objetivos são acompanhados por uma observação no senso que nós cruzamos um tempo de certo fetichismo da informação, fetichismo que é, por outro lado, abstrato.

Este terceiro perigo que eu marco está relacionado com a declaração, provado, que uma sorte existe de" isto angústias da informação" que é experiente pelos indivíduos, companhias e algumas comunidades, como resultado dirija do aparecimento e o desenvolvimento de Internet. Um incremento muito importante do [densificación] de informação aconteceu (quantidade de informação recebida ou disponível para quantidade de tempo físico humano equivalente). Esta inflação é um fato objetivo. Tanto nunca levou como agora informação de lugar. É lógico que, em frente à Revolução e acelera, pelo menos em parte, aconteça dificuldades importantes de adaptação nesses usuários que sofrem uma falta de [reconversión] entre o montão que [you/they] recebem e a capacidade para absorver aquela informação (" metabolizar isto" no termo de [Alfons] [Cornella]). Poder ver a imensidão deste oceano de informação, é bastante para mencionar que na Internet" de superfície" existem aproximadamente 2.000 milhões de páginas e as estimativas disponíveis indicam isso no a pessoa denominou" [Infranet]" ou a Internet funda existe aproximadamente 500.000 milhões de páginas.

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Embora eu tenho uma admiração intelectual importante para Giovanni [Sartori], eu afirmo aquela Internet está trazendo muito a informação e, talvez não tanto para o conhecimento e a pior coisa aquele pode fazer é um [demonizarla] de [priori]. Eu acredito que, indiretamente, muitas pessoas sofrem a síndrome de" intoxicação de informação", encarnou na operação de" fatos": uma parte toda vez menor que a informação que leva lugar ao [you/he/she] de momento é consumido. Embora tecnologias de controlar do lugar de objeto pegado de informação, isto cresce igualmente a uma velocidade maior ao desenvolvimento daquela tecnologia e, como conseqüência há aquele [avizorar] uma adaptação humana para aquela onda e aquela adaptação imprensará notoriamente na forma naquele estuda e a pessoa trabalha, enquanto forçando a uma mudança cultural importante. A pergunta influencia na produtividade, na competição e, na realidade, [he/she] faz isto na viabilidade de profissional do indivíduo. O fenômeno de criação de informação é absolutamente incontestável. E isto nos leva à necessidade imperiosa de avançar no desenvolvimento dos sistemas de inteligência artificial como apoio. O impacto daquela geração de instrumentos que [he/she] já nasce será muito forte no trabalho, a produção e a competição. Está claro que a redução do fluxo de informação não só pode ser considerada uma missão inútil, mas também impossível.

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O ponto não é a informação em si mesmo, mas a quantidade e a qualidade de conhecimento contido nela. Então, um segundo ponto, é a quantidade das pessoas que [you/they] estão dispostos para produzir conhecimento a partir da informação disponível e, principalmente, a quantidade das pessoas que [you/they] estão dispostos para usar isto. Afinal de contas, o conhecimento é um produto fabricado. Vicente [Verdú] observou, intensamente que o mundo ocidental está cheio de meios, de produtos, mas [desertizado] de fins. Carregado com telefones celulares, computadores de automóveis, calendários eletrônico, máximo computarização administrativo, infinidade de instrumentos de comunicação sem a pessoa tem qualquer coisa novo que comunicar.

Até mesmo mais, [Sáez] Vacas [he/she] observou, com sucesso que, no ambiente da Sociedade do Conhecimento eles estão sendo formados [nootrópicas] de comunidades, guiou ativamente ao desenvolvimento de processos e estratégias baseado no conhecimento ou gerando de conhecimento. [Arsuaga] mencionando, coincide dentro que os humanos, a partir do [habilis] de [homo], que eles especializaram na inteligência. Por conseguinte, conclui as observações deles/delas no senso que os evoluíram os humanos. culturalmente, eu me permito somar. eles propagação de arados para se agrupar e diferir em comunidades de economia produtiva baseado no desenvolvimento de campos de conhecimento. E está aqui onde carrega valor o conceito de Pierre o Levy da" inteligência coletiva" que, em minha opinião, em geral, não é tudo na rede, mas deste [nootrópicas] de comunidades.

Por conseguinte, nós estamos sendo arrasados por uma onda de informação. Uma informação democrática, disponível, em geral para tudo conectou a pessoa a Internet ou essas pessoas que podem consentir àquela conexão. No momento [operationally] limitaram a aproximadamente 400 milhões de pessoas, [structurally] limitado para mais de 3.000 milhões, com o somado que o quase totalidade da informação nova acontece em formato digital. Para esses para quem é dedicado, problemas de [informacional] de angústia. [Paradojalmente], tanto informação nunca aconteceu, e nos deixou suporas, tanto conhecimento, com taxas de uso que não são aumentadas à mesma velocidade que suas taxas de produção. A mudança aqui é que nós estamos antes de uma sociedade que gera uma quantidade de contribuições de informação igual historicamente nunca tida visto. Nos últimos trinta anos mais informação que nos últimos cinco mil anos aconteceu. É válido para lembrar o comentário de [Gerst] aqui [Hofstede], no senso que nós criamos estrada da informação mundial complicada nesses que é administrado a velocidade excessiva sem ter treinado os motoristas que nem mesmo saiba ler um mapa deles.

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