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A pergunta da Revolução Digital e da mudança do político,
econômico e estruturas sociais que é, neste momento, um dos debates mais
freqüentes e, eu me, mais transcendente, acredito. Este debate, longe bastante
das meia-calças e de sua" transmissão" quase minuto a minuto das
mudanças das companhias aponta [com], é, porém, intenso. Intenso [he/she] não
significa, necessariamente, abundante. O desde que mapa, desta escassez - pelo
menos conceptualmente e em minha perspectiva particular - [he/she] pertence
junto na hora certa com o mapa do desenvolvimento dos efeitos principais
daquela Revolução.
Nesta primeira parte, alguns dos limites do estado de situação
atual são apresentados no processo de reflexão nos efeitos da mudança, como
também a posição inicial dessas perguntas que eu acho transcendente para o
debate que eu mencionei.
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A Revolução Digital está baseado no avanço e o garfo em três
áreas grandes: a eletrônica, o software e as telecomunicações. A eletrônica
contribuiu o desenvolvimento de equipamento de processo da informação para um
ritmo muito rápido. Então, o desenvolvimento de apoio lógico para esses você
esquema que cresceu em complexidade como o apoio constituiu para você os
planeje evoluiu. Não obstante, grande parte daquele apoio lógico ou software
foi projetada para melhorar sua" amizade" com o usuário, enquanto
tentando ficar mais simples para um usuário que possivelmente, não evolui em
seu conhecimento à mesma velocidade que faz isto o resto do sistema, enquanto
permitindo um [masificación] no uso dos computadores. As telecomunicações deram
o supracitado a capacidade de interconexão
Os efeitos evidentes da Revolução Digital, isto é, perceptível
para a grande maioria dos indivíduos, eles abraçam um período de escassamente
dois mil dias.
Nas mudanças grandes da humanidade foi apresentado um elemento
tecnológico que atos sobre a produtividade. Esta Revolução é caracterizada
porque as tecnologias e o conhecimento constituem um sistema mutuamente no um
aquele [interactúan] e você [potencian] a tecnologia, a acusação da informação
e o conhecimento aplicada a você os planeja de processo da informação.
Esses" que você revoluciona" que eles são
caracterizados por um desenvolvimento inicial que então se expande, enquanto
alcançando o contexto mundial praticamente, e causando mudanças na produção que
[you/they] podem ser considerados irreversíveis. Deste modo, aconteceu com a
Revolução Industrial e este acontecimento à Revolução Digital, até mesmo quando
a velocidade de expansão de um e outro é incomparável, em particular porque a
Revolução Digital opera exatamente sobre a comunicação e a informação.
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Poderia ser dito que a Revolução Industrial terminou o dia
dentro que a capitalização de mercado de Microsoft supera isso de Motores
Gerais. Aquele dia poderia localizar o começo da Revolução Digital. É
necessário consignar que este" fim" da Revolução Industrial significa
a culminação deles/delas como processo histórico e econômico, [dista] bastante
de qualquer declaração no senso de um" fim da indústria."
Neste senso, entende Don [Tapscott] que, em frente a estas
mudanças, não é conveniente para usar a denominação de" economia de
serviços", porque o uso dessas condições parece insinuar que a produção
industrial pára para ser importante e que contas são os serviços. É óbvio que é
necessário a produção agrícola e o industrial. A pergunta é outra: a economia
nova e os meios novos revolucionam a forma dentro que são feitas as atividades
desses setores.
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"O garfo mencionado levou a um grande desenvolvimento do
TIQUE denominado (Tecnologias da informação e da comunicação). O recurso
complementar novo para o crescimento e o uso das tecnologias novas da
informação e da comunicação é o investimento no humano e capital intangível. O
triângulo mencionado, por conseguinte, é o denominador comum do tecido
econômico de qual foi denominado como a" Economia Nova."
O consumo da informação não insinua um" eu uso" no
senso tradicional físico. As informações podem ser usadas por usuários
sucessivos, mas, também, pode ser usado simultaneamente por dois ou mais
indivíduos.
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Juan Luis [Cebrián], mostrou que é uma revolução, para"
você argumente estritamente técnico", como a incorporação dos sistemas
técnicos digitais para a manipulação, transporte e recepção da informação
permitiu reduzir a um único elemento. os bytes - que que antes de foi composto
de elementos diferentes. Aquela característica é o que resume o caráter
convergente da cultura nova (texto, imagem viva e sons constantemente
relacionaram). O foco de [Cebrián] concentra no argumento da existência de uma
Sociedade Digital, com um grupo de evidências que [you/they] caracterizam isto,
esses que, em sua maioria eles são objetivamente [compartibles], ainda quando
eles são objeto de argumento algumas de suas conclusões:
. Uma [sociedade] [é] digital global, [enquanto] [não]
[apresentando] [geográfico] [e] [temporário] [defronte], [senso] de [naquele],
um Internet [tem] [um] [destino] [e] [um] [comportamento] [planetário]. . Uma
[sociedade] [convergente] de [é] digital, [enquanto] [convergindo] [nela]
[muitas] [disciplinas], [tarefas] [especialidades] de [e] fazem [conhecimento]
[e] [fazendo] [que] [eles] [acostumaram] [para] [ser] [administrados] [para]
[separe] [e], paga [depois] de [ou] de [de], [um] de [iluminará]
[[epistemología]] [novo]. . Uma [sociedade] [interativa] de [é] digital, [onde]
uma [fundação] [de] [sua] [ação] [é] [o] [eu] [dialogo] [e] uma [cooperação]. .
Uma [sociedade] [caótica] de [é] digital: [não] [admite] [hierarquias] [gratas]
[nenhum] [[he/she]] [sofre] [os] [parâmetros] [habituais] [da] [autoridade]
[facilmente]. . Uma [sociedade] [é] digital [o] [berço] [de] [uma] [realidade]
nova [que] [não] só virtual [é] [uma] [realidade] [imaginada] [ou]
[representou]. . Uma [sociedade] [momento] de [neste] de [está] digital,
[[impredecible]]: [é] [desenvolvido] [de] [um] [modo] [autônomo] uma
[velocidade] de [grande] [e] [tem] [alagou] [todas] como [previsões]
[crescimento] de [seu] sóbrio.
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As tecnologias novas da comunicação - entre outras coisas -
eles aumentam o acesso à informação, mas eles não concedem uma educação melhor
ou um uso melhor daquela informação automaticamente; eles aumentam a liberdade
de expressão.
Na dobradiça do milênio, está consolidando a convergência das
mídia, a informática e as telecomunicações em um [hipermedia] conglomerado
depressa. A Era da Informação veio, quase sendo predito com mais graus durante
trinta anos ou menor que aproximação
No contexto da integração das tecnologias diferentes ao redor
de comum protocola algo é acreditado que vai além de uma soma de partes. Mudanças
radicais na produção, no trabalho, e nas relações de poder, eles são moldados
em uma mudança social funda que não admite um retrocesso.
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Partindo de uma perspectiva do real mundo, é necessário
reconhecer que ao redor do 5% [he/she] da humanidade um verdadeiro acesso tenha
à Rede. Também isso é quase uma coisa natural, enquanto sendo cívico de um país
desenvolvido, ter uma telefônica linha e um computador, o que não é natural em
regiões largas e vastas do planeta. Deste modo, algo mais que trezentos milhões
de pessoas têm um atalho para o" mundo em rede", enquanto, para
outros cinco mil setecentos milhões, é um problema que dá, indubitavelmente em
frente a outras urgências ou, simplesmente, a base de [infrastructural]
deles/delas não torna possível ou diretamente transforma isto em um elemento de
natureza de [sumptuary] que deveria dar lugar, na tarefa de recursos para
outras necessidades mais urgentes. Sem dano daquela abundância e daquela falta,
não pára o fenômeno de mudança e as conseqüências deles/delas.
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A instalação da sociedade digital é ligada à densidade das
telefônicas redes e o tráfico mundial das telecomunicações. Mais que 80% do
mesmo está concentrado entre os Estados Unidos, Canadá, a União européia, Japão
e Austrália. Dos trezentos milhões de usuários que [he/she] é considerado eles
existem no mundo, mais que 50% eles são Nortes que regiões americanas e
inteiras do planeta existem, fundamentalmente [África], mas também extensões
grandes da Ásia, América Latina e o [eurasiática] de região que [you/they]
vivem temporariamente ausente dos efeitos principais da mudança. Internet é,
daquele ponto de vista, uma revolução com um epicentro diversificado mas a
maior parte concentrou nas nações desenvolvidas, um fenômeno que se não é
administrado adequadamente que pode contribuir para aumentar as distâncias
entre as regiões, países e indivíduos.
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"Nós estamos tocando o lugar que nós ocuparemos na
sociedade emergente da Revolução Digital para nós. Eu não só como país, como
região, mas eu como algo mais importante, como cultura. O castelhano organiza
um universo cidade cultural de identidades diferentes. Por isso, em vez de ser
a filial de tradução da cultura acontecida em Vale de Silicone, China ou Japão,
nós podemos gerar produtos culturais autônomos" que eu acredito que
[[Castells]] coloca um dos acentos mais transcendentes aqui dentro da pergunta
tentar. Até agora, só em ocasiões contadas, está a sensação que a filial de
tradução ainda trabalha, e, vigorosamente além de. Possivelmente, a tradução
não seria o problema maior, mas o que é o que é traduzido, o que é o que é
adquirido e o que é isto que você [[internaliza]], debaixo de que aproximações
de conhecimento prévio permitir uma reflexão de natureza objetiva. A leitura
desta análise, especialmente na segunda parte deles/delas, justificará este
comentário completamente.
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Este panorama faz dê as visões subiram depressa como esses nos
que afirmam" a vida o [[ciberespacio]]... é mas eqüitativo aquele elitista
e mais descentralizado aquele hierárquico. Beneficia os indivíduos e as
comunidades, não para as audiências volumosas".
Indubitavelmente, consentir ao círculo da igualdade e da
descentralização, é necessário poder derrubar uma brecha digital de não
resolução simples. Aquela pergunta, também, que deveria ser confrontado com
duas posições bastante opostas com respeito à mesma essência da participação
humana na Rede. Para [o Negroponte], por exemplo, a Rede é"
eqüitativa" e" anárquica." Para [[Furio]] Colombo, longe de ser
eqüitativo, o termo usado pelo Norte que o autor americano menciona ao conceito
de" liberal", enquanto traduzindo uma posição ideológica e que está
em uma coisa muito diferente do" igualitarismo." Por conseguinte, a
idéia que uma grande multinacional reúne [fraternally] a senhora na que procura
uma receita de arte culinária o [[ciberespacio]] é verdadeiramente improvável.
Também, a definição de anárquico aplicado à Rede é
extremamente relativo e neste ponto o acordo é praticamente total em a maioria
dos autores. A anarquia aparente poderia ser aplicada à fase pioneira da
Internet e durou até a entrada a ela desses" facilitadores", isto é,
esses os desenhistas de software e de aplicações tornar possível a navegação. "A
navegação, ao ser feito mais fácil, se torna mais ordenadamente e ao ser mais
em ordem, [he/she] fica mais racional e, ao ser racional é desenvolvido por
estações e de pontos de apoio vem aquele, enquanto se estabelecendo dentro da
Rede para as corporações. Não há nada de ruim, seja bastante para dizer isto. Não
vale para camuflar isto, como [he/she] o Bill Gates fez no último livro
deles/delas, a função normal e legítima de comprar e vender, sem o disfarçar de
sonho, de religião, de missão, de utopia do futuro".
Neste [he/she] de bases resolve um debate onde muitos
intelectuais estão participando na atualidade. Por exemplo, [o Umberto] Eco
fora o que apontou que as tecnologias interativas novas da comunicação
produziram o efeito inverso ao predito por George [[Orwell]] em [O] [Grande] [o
Irmão], abrindo o modo a uma grande situação de anarquia para a participação de
milhões de" irmãos pequenos" no contexto da Rede. Eco sustenta isso
na atualidade, o uso dessas tecnologias ainda está no mundo inteiro para uma
minoria de indivíduos e o problema é como determinar o passo de um uso por
parte de uma elite para um uso volumoso e que, em definitivo, é um problema de
democracia.